Nossa meninas! Obrigada pelas visitas! Que bom que vcs não desistiram de mim! hahahaha
Ontem nós fomos para a consulta de 10 meses do João Pedro.
O peloquinho da mamãe está doentinho, com faringite. Ele teve febre na sexta e no sábado. Mesmo depois de dar o remedinho, ele ficou com 39 graus de febre.
Eu fiquei meio "impressionada". Não queria ter que dar banho no meio da madrugada... Mas acabou passando depois de uns 15 minutinhos.
Praticamente não dormi no final de semana, só olhando o pequeno. Tão frágil!
Na consulta de segunda a médica examinou e viu que ele estava com faringite. Foi logo receitando cortecoide! Afffff!
Pedi uma alternativa e ela passou outro remédio, além de uma lista imensa de outros remédios, vitaminas e providências. Menos mal. De qualquer forma, só vou dar um, fazer a nebulização com soro e dar mto peitinho e carinho.
O mais inusitado é que o João continua brincando e agitando todas. Não para de tagarelar e procurar alguma coisa para brincar.
A alimentação também continua ótima. Não perdeu nada do apetite de leaozinho. Graças a Deus. Já bastou a semana do primeiro dentinho que eleficou só no leitinho e perdeu um pouco de peso. Não gosto nem de lembrar. Duas colheradas e tchau!
Bem... espero que o pequeno fique melhor e possa tomar a vacina da polio no sábado.
A noite, quando chegar em casa, vou postar umas fotos! ;)
Mãe do João Pedro
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Quebrando o gelo
Depois de um loooooooooooooooongo tempo sem postar eu fico até sem graça de aparecer por aqui.
Já fazem quase 4 meses de completo abandono.
Sem explicação.
Eu até escrevi vários posts imaginários, dois rascunhos,...
Pensei em vir contar quando ele engatinhou a primeira vez (para trás), bem no dia que voltei a trabalhar (14/02) e quando ele engatinhou para frente dois dias após.
Depois pensei em vir contar quando ele comeceu a andar apoiado no sofá, no dia 22 de março e no dia seguinte, quando ganhou o cercadinho e ficou super feliz com os bichos que tem desenhado no suporte. heheheh
Ai vieram vários outros posts imaginários: a primeira viagem da mamãe com o João Pedro, sem o papai; a chateação por causa dos dentes; os dentinhos que foram nascendo um por um; quando ele começou a dançar, a dar o tchau mais desengonçado do mundo, a bater palminhas, a brincar de carrinho (fazendo barulhinho e tudo...); a apontar para o que quer; a falar "abuia" quando se refere à bola, a fazer birra, a primeira febre (sexta passada);....
Ai ai
Mas tudo ficou no limbo entre o querer x a falta de tempo.
Na verdade, a preguiça + o cansaço superaram qualquer vontade de escrever.
Eu ia colocar uma foto do meu grandão, mas o pc do trabalho não deixa. Fazer o que?
De qualquer forma, fica aqui registrada a saudade.
Abraços.
Já fazem quase 4 meses de completo abandono.
Sem explicação.
Eu até escrevi vários posts imaginários, dois rascunhos,...
Pensei em vir contar quando ele engatinhou a primeira vez (para trás), bem no dia que voltei a trabalhar (14/02) e quando ele engatinhou para frente dois dias após.
Depois pensei em vir contar quando ele comeceu a andar apoiado no sofá, no dia 22 de março e no dia seguinte, quando ganhou o cercadinho e ficou super feliz com os bichos que tem desenhado no suporte. heheheh
Ai vieram vários outros posts imaginários: a primeira viagem da mamãe com o João Pedro, sem o papai; a chateação por causa dos dentes; os dentinhos que foram nascendo um por um; quando ele começou a dançar, a dar o tchau mais desengonçado do mundo, a bater palminhas, a brincar de carrinho (fazendo barulhinho e tudo...); a apontar para o que quer; a falar "abuia" quando se refere à bola, a fazer birra, a primeira febre (sexta passada);....
Ai ai
Mas tudo ficou no limbo entre o querer x a falta de tempo.
Na verdade, a preguiça + o cansaço superaram qualquer vontade de escrever.
Eu ia colocar uma foto do meu grandão, mas o pc do trabalho não deixa. Fazer o que?
De qualquer forma, fica aqui registrada a saudade.
Abraços.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
FIM
Voltamos das merecidas férias. Consequentemente, voltamos à rotina, à construção, ao blog... e ao trabalho. Infelizmente, tudo que é bom dura menos do que se deseja. A minha licença acabou dia 04/02. Eu tirei uma semana de férias e, hoje, fui trabalhar pela primeira vez desde que o João Pedro nasceu.
Foi difícil. ...deixar meu pequenininho e sair para o trabalho...
Minha irmã ficou com ele no colo, eu cheirei o pescocinho dele, dei um beijão na bochecha e segurei o choro. Ops! quase. Desci no elevador cheia de lágrimas nos olhos. Cheguei no carro e chorei muuuuuuuuito, tipo cena de novela. rs* Quase desisti de ir para o trabalho e voltei correndo para a casa da minha irmã. Mas, segurei a onda e segui em frente. Foi até difícil dirigir... O meu "consolo" era a certeza de que ele ia ficar bem. Só que O problema não era ele. Sou eu. Morri de saudade o dia todo e não fiz nada no trabalho. N-A-D-A.
De manhã, só fiz o social pelos gabinetes.
Meio dia, fui almoçar, dar a papinha, amamentar o João e curtir todos os momentos. Foi tão gostoso que eu quase não voltei para o trabalho. Dessa vez eu não chorei. Fiquei até feliz pq só faltavam pouco mais de 2h para voltar para casa... =)
As horas voaram e às 16h sai correndo para pegar o pequeno e matar a saudade.
Encontrei o filhote brincando e feliz. Quando me viu, abriu aquele sorriso liiiiiiindo. Derreti e meu coração ficou em paz.
Sobre o dia dele: comeu super bem, tirou dois cochilos longos e um curto e não chorou um minuto sequer. Riu muito, brincou com meu irmão e depois pediu colinho da mamãe.
Acho que não foi tão traumático. !?
Mas já dá vontade de chorar só de pensar que amanhã tem mais. Será que com o tempo a gente acostuma?
Volto com novidades.
Foi difícil. ...deixar meu pequenininho e sair para o trabalho...
Minha irmã ficou com ele no colo, eu cheirei o pescocinho dele, dei um beijão na bochecha e segurei o choro. Ops! quase. Desci no elevador cheia de lágrimas nos olhos. Cheguei no carro e chorei muuuuuuuuito, tipo cena de novela. rs* Quase desisti de ir para o trabalho e voltei correndo para a casa da minha irmã. Mas, segurei a onda e segui em frente. Foi até difícil dirigir... O meu "consolo" era a certeza de que ele ia ficar bem. Só que O problema não era ele. Sou eu. Morri de saudade o dia todo e não fiz nada no trabalho. N-A-D-A.
De manhã, só fiz o social pelos gabinetes.
Meio dia, fui almoçar, dar a papinha, amamentar o João e curtir todos os momentos. Foi tão gostoso que eu quase não voltei para o trabalho. Dessa vez eu não chorei. Fiquei até feliz pq só faltavam pouco mais de 2h para voltar para casa... =)
As horas voaram e às 16h sai correndo para pegar o pequeno e matar a saudade.
Encontrei o filhote brincando e feliz. Quando me viu, abriu aquele sorriso liiiiiiindo. Derreti e meu coração ficou em paz.
Sobre o dia dele: comeu super bem, tirou dois cochilos longos e um curto e não chorou um minuto sequer. Riu muito, brincou com meu irmão e depois pediu colinho da mamãe.
Acho que não foi tão traumático. !?
Mas já dá vontade de chorar só de pensar que amanhã tem mais. Será que com o tempo a gente acostuma?
Volto com novidades.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Atualizando
Caramba! Este cantinho está às moscas! Já faz mais de um mês desde o último post. Aff!!! Mas é tudo por bons motivos. A vida anda corrida e eu estou bem ocupada. Além de cuidar do João Pedro, estou organizando a viagem que faremos mês que vem, a construção, definindo os ambientes da nova casa, visitando lojas de construção e acabamentos, comprando presentes, etc...
Então vamos aos breves fatos
1) Sobre o refluxo.
Depois da consulta de 3 meses, nós fizemos um USG abdominal e o João Pedro teve 6 Refluxos em 15 minutos, o que é considerado moderado. Destes, 5 foram ocultos. então a pediatra dele pediu para iniciarmos a medicação que eu não quis dar antes do exame. Resultado: 15 dias vomitando tuuuuuuudo o que comia. Dava pena.
Suspendemos um dos remédios e fomos encaminhados para uma gastro. A mulher parecia que tinha fumado "um". Socorro! Ela parecia nem ouvir o que eu estava falando, pq as perguntas dela eram ridículas. A conclusão dela, depois de uma hora foi que ele estava melhorando e que o refluxo era fisiológico. Oi? Qual a parte do "ele tem piorado a cada dia" ela não entendeu? Ela escreveu na carta para a pediatra que o motivo do refluxo era a agitação do João. hahahaha Jura? Claro que ele vomita pq não para um segundo, mas não é só isso. Até pq a minha frase inicial foi: a regurgitação incomoda muito, mas o que me preocupa é que ele chora ao mamar, tosse muito como se tivesse com algo engasgado, tem ficado mto irritado e quando ele está no meu colo eu sinto uns movimentos na barriguinha dele como se ele fosse vomitar ou soluçar... Sem falar que ela só procurou esteriótipos: mau-humor, acordar a noite toda (antes ele só acordava as 4h ou 5h, por hábito), ausência de ganho de peso... O João não se encaixa em nenhum.
Agora, nós estamos com um outro medicamento que a peditra passou por indicação de outra gastro e vamos ver. Até agora não vi muita diferença... :(
2) Desde que ele nasceu eu ainda não percebi nenhuma fase de pico de crescimento ou salto de desenvolvimento. Sempre quando eu acho que é, estou enganada, pq a "crise"demora só um dia. Ou então se prolonga por quase um mês, como agora. O João começou a acordar várias vezes a noite e a mamar super mal com a primeira medicação. Nós paramos os remédios, mas ele continuou meio estranho. Depois voltou ao normal e agora está novamente acordando de hora em hora. Eu fico com tanta pena que coloco ele na cama comigo. O PU/PD não dá mto certo pq ele, normalmente, não chora quando coloco no berço, apenas fica brincando e quando eu pego no braço ele dá um escândalo. hahahaha Socorro! E pensar que antes do refluxo piorar ele já dormia sozinho no berço, na cadeirinha, etc... :( Mas eu não reclamo de ficar acordada com ele. Penso sempre no post da Lia.
3) Falando na Lia, sempre penso no que ela contou sobre a consulta de 4 meses da Emília, quando o pediatra recomendou que ela começasse a dar papinha pq a guria não tinha ganhado o peso que ele esperava (ou a curva do Ministério da Saúde indicava). Achei lindo o que a mãe dela falou. A Emília estava linda, cheia de saúde, então pra que fazer introdução precoce de alimento?
Desde então eu fiquei com um pouco de receio dessa consulta do quarto mês. Como, ao contrário da Lia, eu não tenho tanto leite assim e tive todos aqueles problemas na amamentação, ficava imaginando que a pediatra do João iria pedir para "dar suquinho de laranja lima" (nem morta!), papinha de frutas, etc... Digo logo, que NÃO TENHO NADA CONTRA QUEM INTRODUZ ALIMENTO AOS 4 MESES. Até pq muitas vezes é necessário. Mas como eu posso esperar mais um mês e meio, pelo menos, para que me antecipar? Ele vai comer o resto da vida. Não tenho pressa mesmo!!! Mas, sinceramente, como eu fiquei neurótica com essa questão da amamentação, eu não sei se me sentiria segura para continuar só no peito, contra a recomendação da médica.
Então, no dia 16/12 fomos para a nossa consulta mensal. Depois de 15 dias colocando pra fora tudo o que comia, o Joao Pedro engordou apenas 650g. Mesmo assim, ela achou ótimo e eu fiquei satisfeita... Mas o que me deixou feliz mesmo foi quando ela pediu para deixar de complementar com Nan a noite, pq estava confiante na amamentação ( eu sempre amamento durante a consulta). Recomendou que eu ordenhasse com a bombinha e desse na mamadeira quando fosse necessário. Em seguida, ela passou a dieta sólida para que eu fosse estudando para tirar as dúvidas na próxima consulta e falou um sonoro: "eu não recomendo introdução de alimentos antes dos 6 meses, somente quando for estritamente necessário". Sai de lá radiante, né! É tão bom quando temos um médico que está na mesma sintonia que vc...
Fora isso, ela pediu para repetir a cultura de urina. A primeira deu infecção, mas como não estava mto alterado, nada melhor do que confirmar antes de dar antibiótico. Nós refizemos em outro laboratório e não deu nada. Pode?
4) Estamos nos preparando para viajar. Vamos ficar 20 dias na estrada. Não vejo a hora... Quando voltar vou ter que arrumar uma creche para o João... eu só amei duas. Uma eu não posso pagar (me recuso). A segunda não tem vaga. :( Então vou visitar as escolinhas novamente com meu marido para poder tomarmos um decisão... De qualquer forma, vou preencher formulário de interesse para vaga para 2012 na creche que eu amei. Lá também tem educação infantil. Então pretendo deixar o João até ele ir para o ensino fundamental. Será que em 2012 eu consigo vaga? hahahahah Ngm merece! Eu queria poder ficar com ele até 1 ano. Mas não consigo nem tirar os 60 dias de férias que tenho. Tirei apenas 7 dias. Pode? E novamente vem à mente mais um post maravilhoso da Lia. Eu não tenho opção, tenho que trabalhar. Não é só abrir mão do supérfluo. Para isso basta deixar a função de assessora. Ganharei menos, farei um trabalho que não gosto e ainda ficarei bastante tempo longe do meu filho. Então não sei se compensa... Vida de mãe é complicada. ai ai
Queridas, desejo que 2011 seja um ano maravilho. Cheio de alegria, amor, paz, música, brincadeiras e realizações.
Um grande abraço e até ano que vem!
PS.: Ahhh, quem queria saber sobre as atividades de estimulação que faço com o João Pedro, deixa o email que eu mando uma parte delas que tenho scaneada.
Então vamos aos breves fatos
1) Sobre o refluxo.
Depois da consulta de 3 meses, nós fizemos um USG abdominal e o João Pedro teve 6 Refluxos em 15 minutos, o que é considerado moderado. Destes, 5 foram ocultos. então a pediatra dele pediu para iniciarmos a medicação que eu não quis dar antes do exame. Resultado: 15 dias vomitando tuuuuuuudo o que comia. Dava pena.
Suspendemos um dos remédios e fomos encaminhados para uma gastro. A mulher parecia que tinha fumado "um". Socorro! Ela parecia nem ouvir o que eu estava falando, pq as perguntas dela eram ridículas. A conclusão dela, depois de uma hora foi que ele estava melhorando e que o refluxo era fisiológico. Oi? Qual a parte do "ele tem piorado a cada dia" ela não entendeu? Ela escreveu na carta para a pediatra que o motivo do refluxo era a agitação do João. hahahaha Jura? Claro que ele vomita pq não para um segundo, mas não é só isso. Até pq a minha frase inicial foi: a regurgitação incomoda muito, mas o que me preocupa é que ele chora ao mamar, tosse muito como se tivesse com algo engasgado, tem ficado mto irritado e quando ele está no meu colo eu sinto uns movimentos na barriguinha dele como se ele fosse vomitar ou soluçar... Sem falar que ela só procurou esteriótipos: mau-humor, acordar a noite toda (antes ele só acordava as 4h ou 5h, por hábito), ausência de ganho de peso... O João não se encaixa em nenhum.
Agora, nós estamos com um outro medicamento que a peditra passou por indicação de outra gastro e vamos ver. Até agora não vi muita diferença... :(
2) Desde que ele nasceu eu ainda não percebi nenhuma fase de pico de crescimento ou salto de desenvolvimento. Sempre quando eu acho que é, estou enganada, pq a "crise"demora só um dia. Ou então se prolonga por quase um mês, como agora. O João começou a acordar várias vezes a noite e a mamar super mal com a primeira medicação. Nós paramos os remédios, mas ele continuou meio estranho. Depois voltou ao normal e agora está novamente acordando de hora em hora. Eu fico com tanta pena que coloco ele na cama comigo. O PU/PD não dá mto certo pq ele, normalmente, não chora quando coloco no berço, apenas fica brincando e quando eu pego no braço ele dá um escândalo. hahahaha Socorro! E pensar que antes do refluxo piorar ele já dormia sozinho no berço, na cadeirinha, etc... :( Mas eu não reclamo de ficar acordada com ele. Penso sempre no post da Lia.
3) Falando na Lia, sempre penso no que ela contou sobre a consulta de 4 meses da Emília, quando o pediatra recomendou que ela começasse a dar papinha pq a guria não tinha ganhado o peso que ele esperava (ou a curva do Ministério da Saúde indicava). Achei lindo o que a mãe dela falou. A Emília estava linda, cheia de saúde, então pra que fazer introdução precoce de alimento?
Desde então eu fiquei com um pouco de receio dessa consulta do quarto mês. Como, ao contrário da Lia, eu não tenho tanto leite assim e tive todos aqueles problemas na amamentação, ficava imaginando que a pediatra do João iria pedir para "dar suquinho de laranja lima" (nem morta!), papinha de frutas, etc... Digo logo, que NÃO TENHO NADA CONTRA QUEM INTRODUZ ALIMENTO AOS 4 MESES. Até pq muitas vezes é necessário. Mas como eu posso esperar mais um mês e meio, pelo menos, para que me antecipar? Ele vai comer o resto da vida. Não tenho pressa mesmo!!! Mas, sinceramente, como eu fiquei neurótica com essa questão da amamentação, eu não sei se me sentiria segura para continuar só no peito, contra a recomendação da médica.
Então, no dia 16/12 fomos para a nossa consulta mensal. Depois de 15 dias colocando pra fora tudo o que comia, o Joao Pedro engordou apenas 650g. Mesmo assim, ela achou ótimo e eu fiquei satisfeita... Mas o que me deixou feliz mesmo foi quando ela pediu para deixar de complementar com Nan a noite, pq estava confiante na amamentação ( eu sempre amamento durante a consulta). Recomendou que eu ordenhasse com a bombinha e desse na mamadeira quando fosse necessário. Em seguida, ela passou a dieta sólida para que eu fosse estudando para tirar as dúvidas na próxima consulta e falou um sonoro: "eu não recomendo introdução de alimentos antes dos 6 meses, somente quando for estritamente necessário". Sai de lá radiante, né! É tão bom quando temos um médico que está na mesma sintonia que vc...
Fora isso, ela pediu para repetir a cultura de urina. A primeira deu infecção, mas como não estava mto alterado, nada melhor do que confirmar antes de dar antibiótico. Nós refizemos em outro laboratório e não deu nada. Pode?
4) Estamos nos preparando para viajar. Vamos ficar 20 dias na estrada. Não vejo a hora... Quando voltar vou ter que arrumar uma creche para o João... eu só amei duas. Uma eu não posso pagar (me recuso). A segunda não tem vaga. :( Então vou visitar as escolinhas novamente com meu marido para poder tomarmos um decisão... De qualquer forma, vou preencher formulário de interesse para vaga para 2012 na creche que eu amei. Lá também tem educação infantil. Então pretendo deixar o João até ele ir para o ensino fundamental. Será que em 2012 eu consigo vaga? hahahahah Ngm merece! Eu queria poder ficar com ele até 1 ano. Mas não consigo nem tirar os 60 dias de férias que tenho. Tirei apenas 7 dias. Pode? E novamente vem à mente mais um post maravilhoso da Lia. Eu não tenho opção, tenho que trabalhar. Não é só abrir mão do supérfluo. Para isso basta deixar a função de assessora. Ganharei menos, farei um trabalho que não gosto e ainda ficarei bastante tempo longe do meu filho. Então não sei se compensa... Vida de mãe é complicada. ai ai
Queridas, desejo que 2011 seja um ano maravilho. Cheio de alegria, amor, paz, música, brincadeiras e realizações.
Um grande abraço e até ano que vem!
PS.: Ahhh, quem queria saber sobre as atividades de estimulação que faço com o João Pedro, deixa o email que eu mando uma parte delas que tenho scaneada.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Desculpem o sumiço.
Não gosto de postar sem visitar os blogs, mas eu ando muito ocupada. São tantas atividades e compromissos que estou sem tempo e vim pelo menos me justificar. Vamos aos motivos:
1) Nós (eu e meu marido) voltamos a tocar o projeto da construção da nossa casa. Estamos revendo as plantas de arquitetura e solicitando alterações. Também estamos vendo os pontos de luz, água e telefone da planta de engenharia. Não parece, mas dá trabalho imaginar como ficarão os cômodos e onde vamos querer tais pontos... Fora isto, começamos a batalha dos orçamentos, melhores descontos à vista, etc. Essa conversa toda, tbm dá um trabalhão.
2) Outra coisa que tem tomado meu tempo é a cozinha. Resolvi aprender a cozinhar (sim! eu só sei fazer macarrão e ovo rs*). Enquanto não sai nenhum curso de culinária básica, eu vou tentando despertar meu lado gourmet intuitivamente. hahaha Até preenchi ficha de interesse em curso de papinhas para bebês (que nem sei se vão fazer novamente. O último foi em agosto). Mas estou bem empolgada com isso.
3) Também tenho me dedicado mais à ginástica do João. Não é bem ginástica, apenas umas atividades de estimulação que eu faço desde o 1 mês e que andava com preguiça. Agora voltei a praticar mais (embora a pediatra tem dito que ele é mto precoce e, no meu ponto de vista, isso não é lá mto bom. Sei lá). As atividades do terceiro mês são bem mais interessantes do que a do segundo, que se resumiam, praticamente, em exercitar a mão e os dedinhos. Queria mesmo era colocá-lo na aula de música, mas não achei nenhuma.
4) Comecei a tentar cuidar dos meus cabelos. Jéssica! eu vou ficar careca até o final do ano de tanto cabelo que cai todos os dias. Sem falar que estão horríveis. Sem brilho, armados e sem nenhum cacho. Todo dia eu me olho no espelho e grito socorro. Então tento fazer algo diferente, intercalando os "tratamentos": queda, ressecamento e cachos. Vamos ver se surte efeito. De qualquer forma, tenho consulta com a nova GO semana que vem. Vamos ver o que ela recomenda fazer nesse período de amamentação....
5) Também voltei a caminhar. Tinha começado no dia que o João fez 1 mês, mas parei em duas semanas. Não conseguia. Ficava tão cansada que não tinha vontade de fazer nada. Olhava para a esteira e dizia: amanhã. Semana passada eu resolvi retomar a planilha para tentar correr até o final do ano e aproveitar as corridinhas na praia em janeiro. Será que consigo? Preciso emagrecer urgente (sério: eu já estava acima do peso antes de engravidar por causa da maldita prednisona), mas no final das contas, é a minha mente que implora por corridas longas... Alguma corredora ou ex-corredora para entender o que estou falando?
6) Estou chateada. Eu escolhi a creche para o João e simplesmente nós somos os 21o da lista de espera para 12 vagas. Oi!??? Fico desesperada só de pensar. A minha intuição dizia que eu ia conseguir colocar ele lá no ano que vem, mas depois que fui lá e a secretária me falou a nossa colocação, estou começando a achar que perdi meus "super poderes". hahahah Então voltamos à estaca zero e estou procurando por mais creches/escolinhas.
7) Voltei a ler. Sempre fui uma devoradora de livros. Mas depois de um mês do nascimento do João, fui lendo cada dia menos. Até passar mais de 3 semanas sem ler nenhum livro (record! Eu leio até nas férias). Resolvi que era hora de cuidar de mim e começar a fazer as coisas que eu gosto, antes que comece a pirar. Então voltei a ler semana passada. O start foi um livro infantil. hahahahah Ou melhor, primeiro foram os livros da Fundação Itaú (dois deles são mto bons.). O outro foi um que marcou minha infância/começo da adolescência, do Ziraldo: Flicts. Comprei pensando em dar para minha sobrinha. Mas como a minha cunhada disse que quem ensina ou lê para a filha dela é a professora, eu desisti de presenteá-la e fiquei pra mim. Fácil. Amei a edição comemorativa. The moon is Flicts. Liiiiindo!
Acho que é isso.
Não gosto de postar sem visitar os blogs, mas eu ando muito ocupada. São tantas atividades e compromissos que estou sem tempo e vim pelo menos me justificar. Vamos aos motivos:
1) Nós (eu e meu marido) voltamos a tocar o projeto da construção da nossa casa. Estamos revendo as plantas de arquitetura e solicitando alterações. Também estamos vendo os pontos de luz, água e telefone da planta de engenharia. Não parece, mas dá trabalho imaginar como ficarão os cômodos e onde vamos querer tais pontos... Fora isto, começamos a batalha dos orçamentos, melhores descontos à vista, etc. Essa conversa toda, tbm dá um trabalhão.
2) Outra coisa que tem tomado meu tempo é a cozinha. Resolvi aprender a cozinhar (sim! eu só sei fazer macarrão e ovo rs*). Enquanto não sai nenhum curso de culinária básica, eu vou tentando despertar meu lado gourmet intuitivamente. hahaha Até preenchi ficha de interesse em curso de papinhas para bebês (que nem sei se vão fazer novamente. O último foi em agosto). Mas estou bem empolgada com isso.
3) Também tenho me dedicado mais à ginástica do João. Não é bem ginástica, apenas umas atividades de estimulação que eu faço desde o 1 mês e que andava com preguiça. Agora voltei a praticar mais (embora a pediatra tem dito que ele é mto precoce e, no meu ponto de vista, isso não é lá mto bom. Sei lá). As atividades do terceiro mês são bem mais interessantes do que a do segundo, que se resumiam, praticamente, em exercitar a mão e os dedinhos. Queria mesmo era colocá-lo na aula de música, mas não achei nenhuma.
4) Comecei a tentar cuidar dos meus cabelos. Jéssica! eu vou ficar careca até o final do ano de tanto cabelo que cai todos os dias. Sem falar que estão horríveis. Sem brilho, armados e sem nenhum cacho. Todo dia eu me olho no espelho e grito socorro. Então tento fazer algo diferente, intercalando os "tratamentos": queda, ressecamento e cachos. Vamos ver se surte efeito. De qualquer forma, tenho consulta com a nova GO semana que vem. Vamos ver o que ela recomenda fazer nesse período de amamentação....
5) Também voltei a caminhar. Tinha começado no dia que o João fez 1 mês, mas parei em duas semanas. Não conseguia. Ficava tão cansada que não tinha vontade de fazer nada. Olhava para a esteira e dizia: amanhã. Semana passada eu resolvi retomar a planilha para tentar correr até o final do ano e aproveitar as corridinhas na praia em janeiro. Será que consigo? Preciso emagrecer urgente (sério: eu já estava acima do peso antes de engravidar por causa da maldita prednisona), mas no final das contas, é a minha mente que implora por corridas longas... Alguma corredora ou ex-corredora para entender o que estou falando?
6) Estou chateada. Eu escolhi a creche para o João e simplesmente nós somos os 21o da lista de espera para 12 vagas. Oi!??? Fico desesperada só de pensar. A minha intuição dizia que eu ia conseguir colocar ele lá no ano que vem, mas depois que fui lá e a secretária me falou a nossa colocação, estou começando a achar que perdi meus "super poderes". hahahah Então voltamos à estaca zero e estou procurando por mais creches/escolinhas.
7) Voltei a ler. Sempre fui uma devoradora de livros. Mas depois de um mês do nascimento do João, fui lendo cada dia menos. Até passar mais de 3 semanas sem ler nenhum livro (record! Eu leio até nas férias). Resolvi que era hora de cuidar de mim e começar a fazer as coisas que eu gosto, antes que comece a pirar. Então voltei a ler semana passada. O start foi um livro infantil. hahahahah Ou melhor, primeiro foram os livros da Fundação Itaú (dois deles são mto bons.). O outro foi um que marcou minha infância/começo da adolescência, do Ziraldo: Flicts. Comprei pensando em dar para minha sobrinha. Mas como a minha cunhada disse que quem ensina ou lê para a filha dela é a professora, eu desisti de presenteá-la e fiquei pra mim. Fácil. Amei a edição comemorativa. The moon is Flicts. Liiiiindo!
Acho que é isso.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A historia da mamãe e do papai
Estimulada pela promoção da Thais, mãe da Bebella, resolvi escrever a história de como o papai e a mamãe se conheceram.
Quando eu tinha 17 anos e estava no primeiro ano da faculdade de Direito, me sentia muito perdida, pq nunca me adaptei a Maceió, fazia um curso que não gostava e ainda não sabia se casava ou comprava uma bicicleta. Assim, para tolerar as manhãs torturantes de Introdução ao estudo do Direito, História do Direito, etc, matriculei-me em algumas matérias eletivas e assistia outras como ouvinte no curso de Arquitetura. Confesso que a estrutura da universidade não incentivava o aluno a ficar por lá o dia todo, mas foi assim que passei todo o primeiro ano da faculdade até a greve no segundo ano (lá era sistema seriado anual e não de créditos semestrais, como quase todas as universidades federais). Assim, numa tarde dessas de aluna ouvinte, fui, totalmente empolgada, contar para o meu irmão sobre um TCC de um aluno de Arquitetura que nada mais era que "o retorno ao útero" (me arrepio só de lembrar).
Ele estava lanchando com um colega de turma e eu fui sentando e desatei a falar sem parar, de tão empolgada. Esse foi o começo de uma amizade especial.
Na greve do ano seguinte, eu terminei um namoro e vim com meu irmão passear em Brasília ( ele nunca mais voltou para terminar o curso). Quando voltei, o tal colega dele virou o meu amigo que concerta o computador (eles faziam Ciência da Computação).
Durante três anos eu e o papai batemos papo pelo ICQ (lembram? Ainda funciona?) quase diariamente, saímos para passear, tomar cerveja na beira da praia, contar nossos casos de amor mal sucedidos... Até que um dia, depois de uma garrafa de vinho barato, fui encontrá-lo na praia para conversamos, como fizemos muitas vezes (Não sei se eu já estava mal intencionada ou não rs*).
Sei que depois desse encontro, viramos um verdadeiro "grudinho".Vivíamos juntos. Fazíamos tudo juntos. As pessoas começaram a comentar que não nos desgrudávamos... rs* Foi assim por uns dois anos e meio. até que, no início de 2005, nos separamos um tempo.
Quando finalmente, resolvemos retomar o namoro (+ ou - em setembro ), ele me pediu em casamento pela segunda vez (ahhhhh eu não gosto de casamento. Nunca vou a casamentos. Por isso, não nos casamos no papel até hj). Nessa época, eu já estava morando em Brasília pq tinha passado em um concurso aqui.
Apesar do "noivado", a vinda dele para cá ainda era uma icógnita. Nós queríamos ficar juntos, mas eu tinha muitas dúvidas de que isso poderia dar certo. Era muita responsabilidade: ele estaria deixando tudo para trás, família, amigos, emprego e viria pra cá por mim. Só por mim. E se não desse certo? E se ele não arrumasse um emprego? A mamãe racionaliza muito e sofria com isso. Mas o meu coração queria muito. Tanto que parei de pensar demais, compramos a casa que moramos hoje e em fevereiro de 2006 ele veio morar comigo.
Desde que o papai veio para Brasília, tudo foi dando certo a sua maneira. Ele foi a rocha nos momentos complicados que a mamãe viveu no trabalho, na saudade que tinha da família morando longe, dentre tantas outras coisas que o papai foi um grande parceiro e amigo. Também foi o grande companheiro de aventuras, viagens, rapel,... Enfim, estávamos felizes e achávamos que estava tudo completo.
Confesso que não tínhamos muitos planos para filhos. Eu queria viajar, construir a nossa casa, passar no concurso do MPT, fazer uma pós de Direito Constitucional...
Mas, você, filho, não estava preocupado com os nossos planos. Aproveitou que a mamãe estava stressada, trabalhando muito e tinha esquecido de tomar a pílula por 5 dias e nos surpreendeu com uma gravidez não planejada.
Foi o melhor susto que a mamãe tomou na vida. E adivinha: descobrimos que não estávamos completos. Você veio preencher um vazio que a mamãe e o papai só entenderam naquela manhã chuvosa de 6/12/2009, dentro de uma barraca de camping (molhada, diga-se de passagem), quando eu acordei dizendo que estava grávida de um menino. Foi nesse dia, filho, que seus pais tornaram-se um casal melhor, completo e muito mais feliz.
Quando eu tinha 17 anos e estava no primeiro ano da faculdade de Direito, me sentia muito perdida, pq nunca me adaptei a Maceió, fazia um curso que não gostava e ainda não sabia se casava ou comprava uma bicicleta. Assim, para tolerar as manhãs torturantes de Introdução ao estudo do Direito, História do Direito, etc, matriculei-me em algumas matérias eletivas e assistia outras como ouvinte no curso de Arquitetura. Confesso que a estrutura da universidade não incentivava o aluno a ficar por lá o dia todo, mas foi assim que passei todo o primeiro ano da faculdade até a greve no segundo ano (lá era sistema seriado anual e não de créditos semestrais, como quase todas as universidades federais). Assim, numa tarde dessas de aluna ouvinte, fui, totalmente empolgada, contar para o meu irmão sobre um TCC de um aluno de Arquitetura que nada mais era que "o retorno ao útero" (me arrepio só de lembrar).
Ele estava lanchando com um colega de turma e eu fui sentando e desatei a falar sem parar, de tão empolgada. Esse foi o começo de uma amizade especial.
Na greve do ano seguinte, eu terminei um namoro e vim com meu irmão passear em Brasília ( ele nunca mais voltou para terminar o curso). Quando voltei, o tal colega dele virou o meu amigo que concerta o computador (eles faziam Ciência da Computação).
Durante três anos eu e o papai batemos papo pelo ICQ (lembram? Ainda funciona?) quase diariamente, saímos para passear, tomar cerveja na beira da praia, contar nossos casos de amor mal sucedidos... Até que um dia, depois de uma garrafa de vinho barato, fui encontrá-lo na praia para conversamos, como fizemos muitas vezes (Não sei se eu já estava mal intencionada ou não rs*).
Sei que depois desse encontro, viramos um verdadeiro "grudinho".Vivíamos juntos. Fazíamos tudo juntos. As pessoas começaram a comentar que não nos desgrudávamos... rs* Foi assim por uns dois anos e meio. até que, no início de 2005, nos separamos um tempo.
Quando finalmente, resolvemos retomar o namoro (+ ou - em setembro ), ele me pediu em casamento pela segunda vez (ahhhhh eu não gosto de casamento. Nunca vou a casamentos. Por isso, não nos casamos no papel até hj). Nessa época, eu já estava morando em Brasília pq tinha passado em um concurso aqui.
Apesar do "noivado", a vinda dele para cá ainda era uma icógnita. Nós queríamos ficar juntos, mas eu tinha muitas dúvidas de que isso poderia dar certo. Era muita responsabilidade: ele estaria deixando tudo para trás, família, amigos, emprego e viria pra cá por mim. Só por mim. E se não desse certo? E se ele não arrumasse um emprego? A mamãe racionaliza muito e sofria com isso. Mas o meu coração queria muito. Tanto que parei de pensar demais, compramos a casa que moramos hoje e em fevereiro de 2006 ele veio morar comigo.
Desde que o papai veio para Brasília, tudo foi dando certo a sua maneira. Ele foi a rocha nos momentos complicados que a mamãe viveu no trabalho, na saudade que tinha da família morando longe, dentre tantas outras coisas que o papai foi um grande parceiro e amigo. Também foi o grande companheiro de aventuras, viagens, rapel,... Enfim, estávamos felizes e achávamos que estava tudo completo.
Confesso que não tínhamos muitos planos para filhos. Eu queria viajar, construir a nossa casa, passar no concurso do MPT, fazer uma pós de Direito Constitucional...
Mas, você, filho, não estava preocupado com os nossos planos. Aproveitou que a mamãe estava stressada, trabalhando muito e tinha esquecido de tomar a pílula por 5 dias e nos surpreendeu com uma gravidez não planejada.
Foi o melhor susto que a mamãe tomou na vida. E adivinha: descobrimos que não estávamos completos. Você veio preencher um vazio que a mamãe e o papai só entenderam naquela manhã chuvosa de 6/12/2009, dentro de uma barraca de camping (molhada, diga-se de passagem), quando eu acordei dizendo que estava grávida de um menino. Foi nesse dia, filho, que seus pais tornaram-se um casal melhor, completo e muito mais feliz.
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